Países SABOR Paraguai: 3 países tão bons quanto ele e ótimos para a internacionalização

O Paraguai virou um fenômeno entre os brasileiros que se cansaram de viver uma vida incerta no Brasil. E isso se explica além dos impostos baixos, do processo de residência relativamente acessível e um custo de vida que ainda permite reorganizar a vida financeira com mais previsibilidade.
Os números mostram que esse movimento já está desde antes disso tudo se consolidar. Em 2024, o Paraguai registrou recorde de pedidos de residência, com brasileiros representando mais da metade das solicitações aprovadas no país, segundo dados da Direção Nacional de Migrações.
Mas existe um detalhe curioso nessa história.
O Paraguai não é a única jurisdição com esse tipo de vantagem. Na América Latina e no Caribe existem outros países que adotam sistemas de tributação territorial, oferecem programas de residência relativamente acessíveis e permitem estruturar uma estratégia internacional com bastante flexibilidade.
É o que alguns chamam, de forma bem informal, de países “SABOR” Paraguai, lugares que oferecem benefícios parecidos, mas que ainda passam relativamente despercebidos pelo público brasileiro.
Neste artigo vamos olhar para três deles: República Dominicana, Costa Rica e Panamá.
Países diferentes entre si, mas que compartilham algo importante: regras que podem fazer bastante diferença para quem pensa em diversificar residência, patrimônio ou atividades internacionais.
E como sempre acontece em estratégias desse tipo, o ponto central não é escolher “o melhor país”. É entender qual estrutura faz mais sentido para o seu perfil. Vem ver.
O que você vai ver sobre o assunto:
- O porquê o Paraguai chama tanto atenção
- Outros países que funcionam de forma parecida
- República Dominicana: Caribe, sistema territorial e pouca gente olhando para isso
- Costa Rica: estabilidade, natureza e renda estrangeira fora da tributação
- Panamá: um dos sistemas territoriais mais conhecidos do mundo
- Você já sabe como escolher o melhor país para você?
O porquê o Paraguai chama tanta atenção

Cabildo colonial de Assunção (1537–1811)
Se alguém dissesse há dez anos que o Paraguai viraria assunto recorrente entre brasileiros interessados em internacionalização, muita gente provavelmente acharia estranho.
Hoje a realidade é bem diferente.
Nos últimos anos, o país começou a aparecer com muito mais frequência nas conversas de brasileiros que pensam em morar fora ou estruturar parte da vida em outro país. Não foi um movimento repentino, mas uma soma de fatores que acabou colocando o país no centro desse debate.
Um deles é o modelo tributário. O Paraguai adota um sistema territorial, no qual apenas rendimentos gerados dentro do país são tributados. Isso significa que rendas vindas do exterior não entram na base de impostos local, algo que chama bastante atenção de empresários, investidores e profissionais que trabalham com renda internacional.
Outro ponto que pesa é o nível relativamente baixo das alíquotas. O imposto de renda no país costuma variar entre 8% e 10%, enquanto empresas também enfrentam cargas próximas desse patamar, números que ajudam a explicar por que a jurisdição aparece com frequência em discussões sobre planejamento internacional.
Os números mostram que esse interesse deixou de ser apenas conversa. Em 2025, o Paraguai registrou um recorde histórico de solicitações de residência, com 47.687 pedidos e mais de 40 mil residências concedidas, segundo a Direção Nacional de Migrações.
E há um detalhe interessante: os brasileiros lideram esse movimento. No mesmo período, cerca de 58% das solicitações de residência vieram de cidadãos brasileiros, o que mostra como o país passou a ganhar espaço no radar de quem busca alternativas fora do Brasil.
Além disso, fatores práticos ajudam a reforçar essa curiosidade crescente: custo de vida mais baixo, proximidade cultural e geográfica com o Brasil e uma economia que tem mantido crescimento relativamente estável ao longo das últimas décadas.
Mas existe um ponto que nem sempre aparece nas discussões: o Paraguai não é o único país que combina tributação territorial, residência relativamente acessível e custo competitivo de vida.
Na verdade, existem outras jurisdições que oferecem vantagens semelhantes, algumas delas até com características que podem fazer mais sentido dependendo do perfil da pessoa.
É exatamente aí que começa a ficar interessante olhar além do Paraguai.
Outros países que funcionam de forma parecida
Em várias partes da América Latina e do Caribe, alguns países seguiram um caminho parecido nas últimas décadas: sistemas tributários relativamente simples, modelos de tributação territorial e políticas voltadas para atrair investimento estrangeiro.
Esse tipo de estrutura significa algo importante: renda gerada fora do país, em muitos casos, não entra na base de impostos local. Para quem tem negócios internacionais, renda em moeda estrangeira ou trabalha remotamente, isso pode fazer uma diferença significativa no planejamento financeiro.
Além disso, muitos desses países também aparecem bem em indicadores de qualidade de vida e estabilidade regional.
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU, por exemplo, mostra que países como Costa Rica, Panamá e República Dominicana vêm melhorando consistentemente seus indicadores sociais nas últimas décadas, combinando crescimento econômico com níveis relativamente altos de bem-estar na região.

Fonte: ONU
Outro fator que ajuda a explicar esse movimento é o crescimento do investimento internacional nesses mercados. Segundo dados do Banco Mundial, vários países da América Latina e do Caribe registraram aumento relevante no investimento estrangeiro direto nos últimos anos, impulsionado por políticas fiscais competitivas e reformas regulatórias voltadas à atração de capital.
Tudo isso cria um cenário curioso.
Enquanto muitos brasileiros começam a olhar para o Paraguai por causa de impostos baixos e residência relativamente simples, outros países da região oferecem vantagens parecidas, às vezes com características adicionais, como hubs financeiros mais desenvolvidos, infraestrutura turística consolidada ou programas migratórios voltados para investidores e renda passiva.
Entre essas jurisdições, três aparecem com bastante frequência nas conversas sobre mobilidade internacional:
- República Dominicana, no Caribe
- Costa Rica, na América Central
- Panamá, um dos hubs financeiros da região
Cada um deles segue uma lógica parecida com a do Paraguai em alguns aspectos, mas com diferenças que podem fazer mais sentido dependendo da estratégia de cada pessoa.
Nos próximos tópicos, vale olhar com mais atenção para cada um desses países.
República Dominicana: Caribe, sistema territorial e pouca gente olhando para isso

Punta Cana, Bávaro - Provincia La Altagracia, República Dominicana
A verdade é que a República Dominicana é um país que muita gente associa a praia, mas não a planejamento internacional. Quando brasileiros pensam em Caribe, normalmente vêm à cabeça férias, resorts e mar azul. A República Dominicana realmente tem esse perfil turístico forte, mas não para por aí.
O país fica na ilha de Hispaniola, tem clima tropical e uma economia bastante apoiada em turismo e serviços, dois setores que pesam bastante no dinamismo local. No Caribe como um todo, o turismo responde por 11,4% do PIB regional e sustenta mais de 2,75 milhões de empregos, o que ajuda a explicar por que esse tipo de economia costuma gerar boa infraestrutura urbana e qualidade de vida em destinos muito procurados.
Onde a República Dominicana começa a ficar interessante de verdade
O que coloca a República Dominicana nesse grupo de países “SABOR” Paraguai é o lado fiscal. O país segue uma lógica territorial: em regra, a renda de fonte dominicana é tributada, enquanto a renda estrangeira geralmente não entra na tributação local.
Há uma nuance importante: residentes podem ser tributados sobre investimentos e ganhos financeiros no exterior, mas isso só começa depois do terceiro ano de residência fiscal. Para muita gente com renda internacional, essa diferença já muda bastante a conversa.
O que isso pode significar
Para quem recebe renda de fora, como empresários, consultores, sócios de negócios internacionais ou profissionais remotos, a República Dominicana pode oferecer uma combinação interessante: clima agradável, idioma espanhol, boa estrutura de serviços e um sistema que não tributa automaticamente toda a renda mundial do residente.
É exatamente esse tipo de detalhe que faz algumas jurisdições entrarem no radar de quem está montando um plano B internacional.
Há benefícios fiscais extras? Em alguns casos, sim
Além da lógica territorial, a República Dominicana tem rotas específicas de residência para aposentados e pensionistas, com tratamento próprio dentro do sistema migratório. Dependendo do perfil, isso pode tornar o processo mais organizado e previsível do que muita gente imagina quando pensa no Caribe.
Ao mesmo tempo, vale fazer a ressalva: isso não significa que toda pessoa terá automaticamente uma estrutura fiscal ideal ali. O desenho depende da origem da renda, do tempo de permanência no país e da estratégia internacional como um todo.
E a parte bancária?
Esse é um tema que costuma gerar muita curiosidade, então vale separar bem as coisas. A República Dominicana pode ser percebida como uma jurisdição com tradição bancária regional e certa discrição operacional, mas ela não deve ser tratada hoje como uma “jurisdição fora do CRS” de forma ampla.
A OECD mostra que o país assumiu compromisso de realizar suas primeiras trocas automáticas de informações até 2026, o que muda bastante a leitura para quem pensa em confidencialidade bancária como fator principal. Em outras palavras: quem olha para a República Dominicana hoje precisa pensar mais em estrutura, residência e tributação, e menos em “sigilo” como promessa.
Como funciona a residência

San Pedro de Macorís, República Dominicana
A residência pode começar por caminhos diferentes, mas a lógica geral passa por solicitar o visto/residência com base na categoria aplicável e depois seguir o trâmite migratório local. A Direção Geral de Migração lista rotas como residência temporária ordinária, além de categorias específicas para aposentados/pensionistas, como falamos antes.
Para residência temporária ordinária, por exemplo, há exigências como documentos de solvência financeira e garantidor, conforme a categoria.
Quais são as principais categorias
De forma resumida, as rotas mais relevantes para esse tipo de estratégia costumam ser:
- Residência temporária ordinária, para quem segue o fluxo migratório regular;
- Residência para aposentados ou pensionistas, com categoria própria na Migração;
- Caminhos ligados a atividade econômica ou trabalho, dependendo do caso concreto.
O que precisa para manter a residência ativa
Aqui entra um ponto que muita gente descobre tarde: obter a residência é só o começo. A manutenção depende de renovações, atualização documental e respeito às exigências da categoria. A própria Direção Geral de Migração reforçou em 2025 que a residência permanente, no fluxo ordinário, só é obtida após cinco renovações consecutivas da residência temporária, e depois disso a manutenção passa por renovações periódicas.
E para residência fiscal?
Para fins fiscais, a referência prática mais usada é a permanência por mais de 182 dias no país dentro do período aplicável. Esse é o tipo de detalhe que importa bastante, porque uma coisa é ter residência migratória; outra, bem diferente, é efetivamente se tornar residente fiscal. E essa distinção muda totalmente o planejamento.
Onde a República Dominicana faz mais sentido
A República Dominicana costuma fazer mais sentido para quem busca uma combinação de Caribe, idioma espanhol, lógica territorial e qualidade de vida, sem necessariamente querer uma jurisdição excessivamente técnica ou distante da realidade latino-americana. Não é um destino “para todo mundo”, mas para o perfil certo pode ser uma peça bem interessante dentro de uma estratégia internacional mais ampla.
Costa Rica: estabilidade, natureza e renda estrangeira fora da tributação

Volcán Tenorio, Guanacaste Province, Costa Rica
Um país pequeno, mas com reputação internacional sólida. A Costa Rica costuma aparecer em rankings globais quando o assunto é estabilidade política e qualidade ambiental.
Diferente de muitos países da região, o país aboliu o exército ainda em 1948 e passou a direcionar recursos para educação, saúde e preservação ambiental. Hoje, mais de 25% do território costarriquenho está protegido por parques nacionais e reservas, um dos percentuais mais altos do mundo.
Esse foco em sustentabilidade ajudou a construir a imagem do país como um destino seguro, organizado e com qualidade de vida elevada na América Latina.
O sistema tributário segue a lógica territorial
Assim como o Paraguai, a Costa Rica adota um modelo de tributação territorial. Isso significa que, em regra, apenas rendimentos gerados dentro do país são tributados localmente.
Renda obtida no exterior, como lucros de empresas internacionais, investimentos ou trabalho remoto, normalmente não entra na base de impostos costarriquenha.
Um destino que também aparece em rankings de qualidade de vida
Além da parte fiscal, a Costa Rica costuma aparecer bem posicionada em indicadores sociais. No Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU, o país está entre os mais bem avaliados da América Latina, refletindo bons indicadores de educação, saúde e expectativa de vida.
Esse conjunto, natureza preservada, estabilidade institucional e qualidade de vida, é justamente o que atrai muitas pessoas que buscam um estilo de vida mais equilibrado.
Programas de residência voltados para renda passiva ou investimento
Outro ponto interessante da Costa Rica é que o país oferece diferentes caminhos para quem deseja obter residência. Entre os mais conhecidos estão:
- Residência Rentista: voltada para pessoas que possuem renda passiva estável.
- Residência Pensionado: destinada a aposentados que recebem renda mensal comprovada.
- Residência por Investimento (Inversionista): concedida a quem investe no país, geralmente em imóveis ou negócios.
O que é necessário para manter a residência
Como em qualquer estratégia internacional, obter a residência é apenas o primeiro passo. Para manter o status ativo, o residente precisa cumprir requisitos específicos de cada categoria.
No caso de vistos como rentista ou pensionado, por exemplo, é necessário comprovar a renda exigida e cumprir as regras de permanência definidas pelo sistema migratório costarriquenho.
Isso reforça um ponto importante: a residência migratória, a residência fiscal e a estratégia internacional da pessoa precisam estar alinhadas. Cada país possui regras próprias, e o planejamento precisa considerar todos esses detalhes.
Por que a Costa Rica entra nessa conversa
A Costa Rica acaba aparecendo nesse grupo de países semelhantes ao Paraguai por combinar alguns fatores importantes:
- tributação territorial
- programas de residência relativamente acessíveis
- estabilidade institucional
- qualidade de vida elevada
Para algumas pessoas, esse conjunto pode fazer bastante sentido. Para outras, talvez não seja a melhor opção. É exatamente por isso que comparar jurisdições diferentes costuma ser um passo essencial antes de qualquer decisão.
Panamá: um dos sistemas territoriais mais conhecidos do mundo

Casco Antiguo, Panama
Um pequeno país com grande papel na economia da região. O Panamá ocupa uma posição curiosa no mapa da América Latina. Geograficamente pequeno, o país acabou se transformando em um dos principais centros financeiros e logísticos da região.
Parte disso se explica pela presença do Canal do Panamá, uma das rotas comerciais mais importantes do mundo, que conecta os oceanos Atlântico e Pacífico e movimenta cerca de 5% do comércio marítimo global.
Outro fator que chama atenção é que a economia panamenha é dolarizada desde o início do século XX. O dólar americano circula livremente no país e funciona como principal referência monetária. Isso tende a trazer mais previsibilidade cambial e estabilidade para negócios internacionais.
Tributação territorial como regra
Assim como o Paraguai e a Costa Rica, o Panamá adota um modelo de tributação territorial. Em termos gerais, isso significa que apenas rendimentos gerados dentro do país são tributados localmente.
Renda obtida fora do Panamá, como lucros de empresas estrangeiras, investimentos internacionais ou trabalho remoto, normalmente não entra na base tributária panamenha.
Um sistema bancário com alcance internacional
Outro aspecto que diferencia o Panamá na região é o tamanho do seu sistema financeiro. A Cidade do Panamá abriga dezenas de bancos internacionais e funciona como um importante centro bancário da América Latina.
Essa estrutura financeira foi construída ao longo de décadas e está bastante conectada ao comércio internacional e às atividades logísticas ligadas ao canal.
Para quem possui negócios ou investimentos internacionais, esse tipo de infraestrutura pode facilitar bastante operações financeiras e planejamento patrimonial.
Programas de residência conhecidos por investidores
Outro motivo que mantém o Panamá no radar de muitas pessoas é a existência de programas migratórios relativamente estruturados.
Entre os mais conhecidos está o Friendly Nations Visa, criado originalmente para facilitar a residência de cidadãos de países considerados parceiros comerciais do Panamá. O programa permite solicitar residência com base em vínculo econômico com o país, como abertura de empresa ou emprego local.
Além dele, existem caminhos ligados a investimento imobiliário, atividade empresarial ou trabalho, dependendo do perfil do solicitante.
O que é necessário para manter a residência
Assim como em outros países, obter a residência panamenha não significa automaticamente se tornar residente fiscal ou manter o status indefinidamente.
Cada categoria possui requisitos específicos, que podem incluir comprovação de atividade econômica, manutenção do investimento ou cumprimento de prazos migratórios estabelecidos pelas autoridades locais.
Esse é justamente o ponto em que muitas estratégias internacionais precisam ser planejadas com cuidado: residência migratória, residência fiscal e estrutura patrimonial precisam funcionar juntas.
Como o Panamá entra na estratégia
O Panamá costuma aparecer como uma opção interessante para quem busca uma combinação de sistema tributário territorial, infraestrutura financeira desenvolvida e estabilidade monetária baseada no dólar.
Para alguns perfis, especialmente empresários e investidores com atividades internacionais, essas características podem fazer bastante diferença na organização de uma estratégia global.
Mas, como veremos na conclusão, escolher a jurisdição ideal quase nunca é uma decisão simples ou universal.
Você já sabe como escolher o melhor país para você?

Ao longo do artigo, o Paraguai apareceu como ponto de partida para uma conversa maior. Ele realmente se tornou um destino bastante escolhido por brasileiros nos últimos anos, e com toda a razão. Impostos relativamente baixos, sistema territorial e um processo de residência mais direto acabam chamando atenção de quem começa a olhar para alternativas fora do Brasil.
Mas, como vimos, ele não é o único.
Países como República Dominicana, Costa Rica e Panamá mostram que a América Latina e o Caribe têm outras jurisdições que combinam características parecidas: tributação territorial, programas de residência relativamente acessíveis e ambientes que podem facilitar a organização de uma estratégia internacional.
Isso não significa que exista um “melhor país” universal.
Para algumas pessoas, o Paraguai pode fazer bastante sentido. Para outras, fatores como estilo de vida, idioma, infraestrutura financeira, distância geográfica ou tipo de renda internacional podem tornar outra jurisdição mais adequada.
No fim das contas, a decisão raramente é sobre escolher um país isolado. Ela costuma envolver uma combinação de elementos: residência, estrutura empresarial, planejamento tributário e mobilidade internacional.
É justamente nesse ponto que uma análise mais estratégica faz diferença.
A Settee trabalha ajudando pessoas e famílias a navegar por esse tipo de decisão, comparando jurisdições, avaliando estruturas de residência e construindo estratégias de internacionalização patrimonial que façam sentido para cada perfil.
Se você sente que chegou a sua hora de mudar, é com a gente que você pode contar. Fale com a gente e tome a decisão certa.


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